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Fosfo 500 recebe registro de órgão americano e pode ser exportada para os EUA

Reprodução

Postado em 02/07/2021 por

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Suplemento produzido no Paraguai recebeu liberação da FDA (Food and Drug Administration) por conta da qualidade do produto

A partir de agora, o suplemento produzido pela Allways Medical à base de fosfoetanolamina poderá ser vendido também para consumidores dos Estados Unidos. A exportação é permitida porque o laboratório teve o produto Fosfo 500 registrado pela FDA (Food and Drug Administration), agência de saúde americana.

Para conceder o registro, o órgão americano analisou diversos fatores. “Os critérios são relacionados ao benefício que o produto traz ao paciente. Como a fosfoetanolamina é um suplemento à base de aminoácidos e melhora a condição metabólica da pessoa, a FDA não vê restrição ao uso. O registro também se dá baseado na qualidade dos insumos, origem do produto, nível dos cristais, grau de pureza, das informações relacionadas ao registro do produto no Paraguai onde a Allways já tem liberação da comercialização, com boas práticas farmacêuticas e de produção”, explica o pesquisador Emerson Luiz Botelho Lourenço, doutor em farmacologia que atua na validação das atividades biológicas da Allways Medical.

A conquista é comemorada porque permite ampliar o território onde a fosfoetanolamina é usada como suplemento auxiliar em diversos tratamentos. “O certificado da FDA serve para outros países da América do Norte também e até alguns países da Europa, porque a substância é registrada como suplemento e não como medicamento”.

A expansão deve continuar para permitir que os benefícios da Fosfo 500 possam chegar a cada vez mais pessoas. “A comercialização para outros países vai refletir a necessidade desse suplemento frente às doenças que se apresentarem. Então vai depender de cada órgão sanitário. Na Europa é de uma forma diferente. Se eles aceitarem esse peticionamento da FDA para países como Alemanha, Suécia, Suíça e Holanda, é só fazer uma adequação das informações do produto e pedir o registro em cada país”, detalha o pesquisador.

Assessoria

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