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Ítalo traz o primeiro ouro do surfe olímpico para o Brasil

Divulgação

Postado em 27/07/2021 por

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O potiguar passou como um tsunami sobre o japonês Kanoa Igarashi

Ítalo Ferreira fez história duplamente nas ondas da praia de Tsurigasaki. Não apenas conquistou a primeira medalha de ouro para o Brasil nos Jogos de Tóquio como sagrou-se o primeiro campeão olímpico de surfe, modalidade introduzida nesta edição. O potiguar passou como um tsunami sobre o japonês Kanoa Igarashi, que horas antes tirara da final o favorito Gabriel Medina. (UOL)

Medina estava sem sorte. Acabou vencido também pelo australiano Owen Wright na disputa pelo bronze e volta de mãos abanando para os braços de Yasmin Brunet. A modelo, aliás, botou a boca no trombone e afirmou nas redes sociais que Grabriel foi “roubado na cara dura” na semifinal contra Igarashi. (Folha)

E quem também brilhou na água, mas das piscinas, foi o gaúcho Fernando Scheffer, que levou o bronze nos 200m livres e quebrou o jejum de medalhas da natação brasileira, que não subia ao pódio desde 2012. Já a judoca Ketleyn Quadros terminou sem medalha após ser derrotada pela holandesa Juul Franssen na repescagem. (Globo Esporte)

Mas não é hora de parar de torcer, pois ainda tem Brasil em campo e quadra. Às 7h40 as meninas do vôlei enfrentam a República Dominicana, e, às 8h30, Marta e companhia entram em campo contra Zâmbia para sacramentar a vaga nas quartas de final do futebol feminino. Confira a programação. Ah, e às 7h45 tem a americana Simone Biles disputando a final por equipes da ginástica feminina. (UOL)

O ouro de Ítalo Ferreira fez o Brasil saltar para o 11º lugar no quadro de medalhas. Os EUA continuam liderando com 9 ouros, 5 pratas e 8 bronzes, apenas um bronzezinho à frente da China.

E bem longe do Japão, a cidade maranhense de Imperatriz não para de comemorar a prata de Rayssa Leal no skate. A “calçada da fadinha”, onde foi gravado seu famoso vídeo, virou atração turística. (Folha)

Para rir. Nem só de medalhas e tombos vive o skate brasileiro em Tóquio. Debutando como comentarista, a skatista e youtuber Karen Jonz rouba a cena com seus comentários para lá de irreverentes. Alguns até que não podemos repetir num Meio de família. (UOL)

O Ministério da Saúde vai reduzir de três meses para 21 dias o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer, como já está previsto na bula do imunizante. Segundo o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz, o intervalo da AstraZeneca não deve ser modificado, uma vez que a resposta imunológica dessa vacina é maior com o prazo mais amplo. (CNN Brasil)

Mas a questão é ter vacinas para aplicar. Por falta de imunizantes, Belém suspendeu as duas doses. Salvador, Brasília, Campo Grande, João Pessoa e Rio de Janeiro estão aplicando apenas a segunda, e Florianópolis e Maceió só oferecem a primeira dose a grupos restritos, como gestantes. O Rio promete retomar amanhã a vacinação. (G1)

Um reflexo da imunização das pessoas de mais idade é que as mortes por Covid-19 têm se concentrado em faixa etárias mais jovens. Nos primeiros sete meses deste ano, o número de óbitos de pessoas entre 30 e 49 anos triplicou, num crescimento muito maior que entre outras faixas. Além de uma tragédia humanitária, é um problema econômico, pois esse é o grupo etário considerado mais produtivo na população. (Globo)

Nesta segunda-feira o Brasil rompeu, como era esperado, a marca de 550 mil mortos. Foram registradas 587 mortes, totalizando 550.586 vítimas. A média móvel de mortes em sete dias caiu para 1.101, mas segue num patamar muito elevado. A situação é agravada pela circulação de variantes e pelo ritmo lento da vacinação. Apenas 17,96% da população já recebeu duas doses. (UOL)

Sob a justificativa de “não comprometer o mercado”, o presidente Bolsonaro vetou um projeto que facilitaria o acesso de pacientes com câncer a remédios orais por meio de planos de saúde. (G1)

Panelinha no Meio. Precisamos confessar que não fazemos a menor ideia do que as fadinhas comem, mas de pré-adolescentes nós entendemos. Assim, em homenagem a nossa medalhista de 13 anos, vai aqui uma receita de pizza caseira de muçarela. Claro que ela é uma base. Pode-se usar qualquer cobertura, inclusive aquelas bizarras que pré-adolescentes adoram. Ew!

Música de espera, ligação caindo, chat que não funciona: no Meio não tem nada disso. Você é livre para ir e vir como e quando quiser. É fácil dar um tempo e mais fácil ainda assinar o premium e receber uma edição especial todo sábado. Assine. É mais barato que a taxa de entrega do delivery.

Transformando Negócios

À medida que as tomadas de decisões se tornam mais complexas com o avanço da tecnologia, as empresas têm recorrido cada vez mais aos dados e às análises para melhorá-las. Inteligência artificial (IA) aplicada aos negócios significa mais customização de modelos em larga escala, cruzamento e análise de diferentes indicadores, permitindo a detecção de tendências e antecipação de demandas que podem influenciar na jornada do consumidor. Mas para ter retorno sobre o investimento, é necessário criar um planejamento para saber como, quando e como usar a IA na tomada de decisão. Entenda.

A pandemia forçou muitas empresas a migrarem para o online. Mas isso não significa deixar de lado as experiências físicas. Pelo contrário. A Nike tem investido no varejo experiencial para impulsionar suas vendas diretas ao consumidor e melhorar sua jornada multicanal. No início deste ano, a empresa trouxe seu conceito de loja Nike Live para a China, onde os pagamentos dos membros chegaram a 90%. A estratégia da empresa tem sido tornar seu aplicativo tão útil para a experiência na loja que os consumidores sem ele ficam em desvantagem. Os clientes podem escanear códigos QR para acessar produtos em seus smartphones, podem começar a se vestir por meio do aplicativo e placas nas lojas indicam outras funcionalidades pela plataforma. (Retail Dive)

Diversidade e inclusão nas marcas têm cada vez mais se tornado fatores de decisão na hora da compra. No entanto, as empresas ainda cometem erros na divulgação desses valores nos seus produtos e serviços que acabam gerando um resultado contrário ao esperado. Saiba como evitar. (Inc.)

Política

Triplicar, não; dobrar, pode ser. Após prometer vetar o fundo eleitoral de R$ 5,7 bilhões aprovado pelo Congresso na Lei de Diretrizes Orçamentárias, o presidente Jair Bolsonaro negocia uma “conta de chegada” com a base parlamentar. A ideia é reduzir o valor para R$ 4 bilhões, mais que o dobro do valor gasto na eleição geral de 2018, mas abaixo do previsto na LDO. A apoiadores, Bolsonaro disse que vetaria “o excesso de R$ 2 bilhões”, mas não há previsão legal para isso. Ele terá que vetar integralmente o fundo e enviar ao Congresso um novo projeto com o valor desejado. (G1)

Enquanto negocia o não-tão-fundão, Bolsonaro costura a aliança com o Centrão, que pode tomar rumos não previstos. Segundo Igor Gadelha, Bolsonaro tem avaliado nomear o senador Ciro Nogueira (PP-PI) não para a Casa Civil, mas para a Secretaria-Geral da Presidência. A ideia é que, como a Casa Civil coordena atividades de outros ministérios, na secretaria Ciro estaria mais livre para fazer a articulação com o Congresso. (Metrópoles)

Correndo por fora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta podar o futuro Ministério do Emprego e Previdência, que será entregue ao hoje secretário-geral Onyx Lorenzoni. Sob o argumento de dar à nova pasta uma “estrutura mais enxuta”, ela ficaria sem áreas chave, como a assessoria parlamentar, e sem o polpudo FGTS, do qual Guedes não quer abrir mão. (Folha)

Correndo por fora, o ministro da Economia, Paulo Guedes, tenta podar o futuro Ministério do Emprego e Previdência, que será entregue ao hoje secretário-geral Onyx Lorenzoni. Sob o argumento de dar à nova pasta uma “estrutura mais enxuta”, ela ficaria sem áreas chave, como a assessoria parlamentar, e sem o polpudo FGTS, do qual Guedes não quer abrir mão. (Folha)

Que a relação entre Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão azedou há muito tempo não é novidade. Mas ontem o presidente deixou isso explícito em entrevista a uma rádio paraibana, ao dizer que seu vice “às vezes atrapalha”. Para 2022, Bolsonaro afirmou que escolherá um vice com mais cuidado, alguém com “perfil agregador”, e comparou a função a um cunhado: “Você casa e tem que aturar, não pode mandar embora”, disse. (Estadão)

Juliana Dal Piva: “Interlocutores do PM aposentado Fabrício Queiroz contaram que ele tem reclamado no círculo bolsonarista de um ‘abandono’ e também da falta de ajuda para arrumar emprego. Há tempos reclama da situação financeira. Até o fim de 2018, boa parte da família dele tinha cargos no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj.” (UOL)

Pautas econômicas e sociais, como educação e saúde. Esse é o foco das campanhas de Lula (PT) e Ciro Gomes (PDT) para conquistar — no caso de Lula, reconquistar — o voto conservador, particularmente evangélico. A tendência com isso é que pautas identitárias, em especial a agenda LGBTQIA+, devem ser deixadas de lado na corrida eleitoral. (Folha)

Pegou muito mal entre a comunidade judaica o encontro do presidente Jair Bolsonaro com a deputada alemã Beatrix von Storch, vice-presidente do partido de extrema-direita Alternativa pela Alemanha (AfD, em alemão). Além de ser famosa por posições xenófobas e antissemitas, ela é neta de Lutz Graf Schwerin von Krosigk, ministro das Finanças de Adolf Hitler. (Poder360)

Por via das dúvidas, o Ministério da Ciência e Tecnologia apagou de seu site uma foto do ministro Marcos Pontes com a deputada. (Globo)

Jamil Chade: “Considerado como tóxico, o AfD passou a ser monitorado em seu país de origem sob a suspeita de tentar desestabilizar a democracia, além de ser recebido apenas por regimes controversos, ditaduras e violadores de direitos humanos. O Itamaraty não foi consultado sobre a visita a Bolsonaro, e o encontro ocorreu sem o conhecimento da diplomacia.” (UOL)

Cultura

Mães Paralelas, novo longa do espanhol Pedro Almodóvar, vai abrir a 78ª edição do Festival de Veneza, que acontecerá de 1º a 11 de setembro. Ao que tudo indica, trata-se de um Almodóvar típico: Penelope Cruz encabeça o elenco, e a trama lida com família e maternidade. Ontem foi divulgada a lista oficial de concorrentes. O Brasil está representado por 7 Prisioneiros, de Alexandre Moratto, e pelo curta Ato, de Bárbara Paz. (Globo)

“O Festival de Avignon está com os artistas do Brasil democrático e livre.” A frase é do ator, teatrólogo e diretor português Tiago Rodrigues, o primeiro não francófono a dirigir o prestigiado festival francês de teatro em mais de 70 anos. Na avaliação dele, desde o início do governo Bolsonaro “há uma real ameaça à liberdade artística, à democracia, e há uma deriva populista de inspiração fascista”. Para Rodrigues, a retomada de peças e festivais é um acontecimento. “Entrar num teatro tem uma força tremenda”, afirma. (Folha)

O que acontece quando dois terrores se encontram? Essa é, em apertadíssima síntese, a premissa de Nossa Parte de Noite, novo romance da argentina Mariana Enriquez. Seu protagonista, Gaspar, viaja pelo país em plena ditadura militar (1976-1983) sob a vigilância de um regime cada vez mais controlador e brutal, enquanto tenta proteger o filho de uma sociedade secreta — assumidamente inspirada nos textos do mestre americano H.P. Lovercraft (1890-1937). (Estadão)

Cotidiano Digital

Em homenagem aos Jogos Olímpicos, o Google criou o seu maior jogo em forma de doodle. Com uma interface em blocos e pixelada, o game lembra os jogos japoneses dos anos 90, como Dragon Quest e Final Fantasy. O doodle segue um gato em uma missão para coletar sete pergaminhos, que são conquistados ao vencer cada Campeão Lendário em sua especialidade atlética, que vão do tênis de mesa ao rúgbi e skate — todos esportes olímpicos. Confira. (Fast Company)

Quatro meses após encerrar as atividades no Brasil, a Sony está de volta. Ao menos, parcialmente. Os seus fones de ouvido, do tipo “in-ear” e modelos Bluetooth, voltarão a ser vendidos pela empresa de eletroeletrônicos Multilaser. A parceria pode se estender para outros produtos da marca, mas por enquanto a Sony ainda continua fora do Brasil em categorias como TV, câmeras e dispositivos de áudio. (Link)

E depois de cinco anos fora, a japonesa Toshiba também voltou ao país, mas agora pelas mãos de empresas chinesas e oferecendo uma linha de eletrodomésticos direcionada ao consumidor de alto padrão. (Folha)

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